Mostrar mensagens com a etiqueta transparência. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta transparência. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 12 de julho de 2011

MAIS DE 5.000 PESSOAS JÁ ASSINARAM PETIÇÃO SOBRE TRANSPARÊNCIA NA AJUDA AO DESENVOLVIMENTO

Presidente do CAD/OCDE, Brian Atwood e
Directora da Publish What You Fund, Karin Christiansen
A campanha a favor da transparência da Ajuda ao Desenvolvimento “Make Aid Transparent”, lançada em Maio, conta já com mais de 5.000 assinaturas de cidadãos de 115 países e com o apoio de mais de 70 organizações, incluindo a ACEP – Associação para a Cooperação Entre os Povos. Os números foram revelados esta semana durante um encontro com responsáveis da Organização para a Cooperação Económica e Desenvolvimento Económico (OCDE, na sigla inglesa).

Os vice-Presidentes do Grupo de Trabalho sobre a Eficácia da Ajuda da OCDE, Talaat Abdel Malek e Bert Koenders, receberam formalmente os resultados da petição pela mão do Presidente da plataforma Better Aid, Antonio Tujan, e da Directora da Publish What You Fund, Karin Christiansen (organizações promotoras), diante de mais de 100 delegados de países da OCDE. A petição foi também recebida pelo Presidente do CAD – Comité de Ajuda ao Desenvolvimento da OCDE, Brian Atwood.

quarta-feira, 8 de junho de 2011

OSC LANÇAM PETIÇÃO SOBRE A TRANSPARÊNCIA DA AJUDA

Mais de 50 Organizações da Sociedade Civil (OSC) de cerca de 20 países reuniram-se para lançar a campanha “Make Aid Transparent”, sob coordenação da Publish What You Fund. Reconhecendo a importância da transparência no processo de canalização de Ajuda ao Desenvolvimento das instituições ou países doadores para os Estados beneficiários, as OSC signatárias apelam a adesão à petição que reclama maior transparência aos doaodres. No site da iniciativa está disponível um vídeo com uma breve explicação sobre a questão da transparência da Ajuda.

sábado, 21 de maio de 2011

Ranking 2011 das Agências de Ajuda ao Desenvolvimento destaca desempenho positivo do DFID e negativo da ONU


Um novo estudo elaborado pelos académicos William Easterly and Claudia Williamson classifica o desempenho das agências bilaterais, multilaterais e das Nações Unidas, revelando o fraco desempenho da ONU e destacando o exemplo da agência britânica DFID – Department for International Development.

O DFID está entre as 10 agências que disponibilizam informação completa à OCDE sobre a canalização da Ajuda, reportando também o número de funcionários, custos administrativos, salários e outros benefícios e os números gerais do orçamento da Ajuda Pública ao Desenvolvimento (APD) no seu site. Também o Japão, a Nova Zelândia e a Alemanha ficam bem na fotografia, ocupando os cinco lugares cimeiros do ranking elaborado pelos autores.

Enquanto isso, as agências das Nações Unidas têm, em média, pior desempenho do que outras agências multilaterais e bilaterais, de forma geral e, particularmente, a nível de transparência. A título de exemplo, o PNUD – Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento não tem revelado dados sobre custos operacionais e de APD.

O documento foi elaborado tendo em conta cinco dimensões distintas: transparência da APD, os custos fixos, a especialização da Ajuda, a eficácia dos canais de Ajuda e o processo de selecção dos países beneficiários.

quinta-feira, 14 de abril de 2011

BANCO AFRICANO DE DESENVOLVIMENTO
É O 19.º SIGNATÁRIO DA IATI

O Banco Africano para o Desenvolvimento tornou-se hoje o 19.º signatário da Iniciativa Internacional para a Transparência da Ajuda (IATI, na sigla inglesa), o que significa um reconhecimento dos compromissos da Agenda para a Acção de Acra e o apoio ao principal objectivo da iniciativa: solicitar aos Doadores – países e organizações – que publiquem informação detalhada, regular e em tempo útil sobre a Ajuda ao Desenvolvimento.

Dos doadores signatários fazem parte organizações internacionais como o Banco Mundial, o Banco Asiático de Desenvolvimento, a Comissão Europeia, o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, a Aliança Global para a Vacinação e Imunização e a Fundação Hewlett; e países como a Austrália, a Dinamarca, a Finlândia, a Irlanda, a Holanda, a Nova Zelândia, a Noruega, a Espanha, a Suécia, a Suíça, e o Reino Unido.

sexta-feira, 8 de abril de 2011

SUÉCIA LANÇA PORTAL DEDICADO A INFORMAÇÃO
SOBRE A AJUDA AO DESENVOLVIMENTO

A Suécia lançou este mês o OpenAid, um dos pilares fundamentais das recentes reformas na área da Cooperação ao Desenvolvimento do país. O novo portal, em sueco, disponibiliza dados em bruto sobre as actividades relacionadas com a Ajuda ao Desenvolvimento, de uma forma acessível e de fácil visualização, permitindo desta forma um maior conhecimento e reconhecimento das actividades levadas a cabo nesta área.

Os dados disponibilizados actualmente incluem os fluxos de Ajuda ao Desenvolvimento desde 1973 até ao presente e podem ser consultados por ano e/ou por país beneficiário. Com esta iniciativa, o Governo sueco segue o exemplo do Reino Unidos e da Fundação Hewlett em publicar os seus dados de acordo com os princípios da Transparência proclamados pelo IATI – International Aid Transparency Initiative.

quarta-feira, 6 de abril de 2011

A TRANSPARÊNCIA COMO CAMINHO
PARA A RESPONSABILIZAÇÃO

por Marina Costa Lobo
Investigadora do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa

Talvez a questão da transparência nunca tenha estado tanto na ordem do dia. No final do ano passado, a 7 de Dezembro de 2010, Julian Assange, fundador do Wikileaks entregou-se à polícia britânica. A caça ao homem tinha começado dias antes, quando aquele site deu início à divulgação de centenas de milhares de telegramas confidenciais enviados pelos serviços diplomáticos americanos colocados em todo o mundo. Assange diz que luta para obrigar os governos à transparência. Desde 2006, a Wikileaks já publicou documentos denunciando abusos de poder por parte de autoridades em todo o mundo. Mas foi em 2010 que este site realmente saltou para a ribalta. Em parceria com cinco dos mais conceituados jornais do mundo (Der Spiegel, The New York Times, Le Monde, The Guardian and El Pais) deu início à divulgação dos telegramas confidenciais do corpo diplomático americano, desencadeando um enorme debate mundial sobre o alcance e os limites da transparência no trabalho governamental.
Em que medida é que as acções do governo e de todo o Estado deve poder ser escrutinado pelo público? Essa informação deve ser disponibilizada mesmo que ponha em causa a segurança das pessoas? E para que serve a informação dada ao público? Que consequências tem essa informação para a relação entre representantes e eleitores? Este episódio serve para ilustrar as dificuldades não apenas em definir os limites da transparência como em transformar o objectivo da transparência num bem público, ou numa mais-valia para a vida política. Este último objectivo parece-me particularmente importante, e é relevante para este conjunto de estudos que aqui se apresenta. A transparência não deve ser um fim em si mesma, mas deve antes contribuir para a alteração de comportamentos e para a melhoria nas relações entre cidadãos e representantes, entre parceiros internacionais, ou entre ONG.
            Para que isso aconteça, é fundamental cumprir alguns requisitos de base. Em primeiro lugar, é preciso que transparência não seja equacionada com o dumping de informação. Muitos governos, e instituições em geral, já entenderam que a simples disponibilização de informação, sobretudo se for feita em grandes quantidades, pode servir mais para confundir do que iluminar. Aliás, até certo ponto o próprio caso do Wikileaks ilustra este ponto, na medida em que os documentos tinham de ser trabalhados por equipas de jornalistas para trazer à luz o sentido da informação contida. A internet potenciou muitíssimo a disponibilização de informação. Mas ao mesmo tempo, nunca foi tão necessário a existência de filtros para a compreensão dessa realidade que temos ao alcance de um click.

PERGUNTAS COM RESPOSTA
Temos sido crescentemente estimulados
pela sociedade civil

Entrevista a José Ribeiro e Castro, Presidente da Comissão Parlamentar
de Negócios Estrangeiros e Comunidades Portuguesas


Como vê a ainda não adesão de Portugal à Iniciativa Internacional de Transparência da Ajuda?

Acho mal. Como disse há dias num seminário que se realizou na Assembleia da República sobre a Coerência das Políticas de Desenvolvimento, não é o facto de podermos “ficar mal na fotografia” que nos deve levar a fugir da fotografia. Há esforços que – bem sabemos - têm que ser feitos sempre, sempre, sempre. Nunca estão acabados. E, sobretudo quando os recursos são escassos, só é possível progredir, quando é possível avaliar: avaliar e comparar, comparar e medir, medir e corrigir. Ora, isso só se consegue com transparência. A transparência na ajuda é indispensável.

DA TEORIA ÀS PRÁTICAS
The UKaid Transparency Guarantee

O Governo britânico criou recentemente um organismo de Garantia da Transparência da Ajuda (“UKaid Transparency Guarantee”), de forma a tornar “mais transparente o processo de Ajuda para os cidadãos britânicos e para os países parceiros do Reino Unido”, lê-se no site da agência britânica do Desenvolvimento Internacional (DFID, na sigla inglesa).
A implementação destes padrões no Reino Unido e a promoção da sua adopção por parte de outros doadores pode significar um aumento significativo da Eficácia da Ajuda e do Desenvolvimento, acredita o DFID, na medida em que uma maior (e melhor) informação sobre o processo de canalização de Ajuda cria um melhor feedback dos países parceiros para os países doadores e contribuintes. Serve ainda como instrumento para que os cidadãos compreendam como funciona o processo de canalização de Ajuda, reduzindo o desperdício e as oportunidades de situações de fraude e corrupção.

LINHAS MESTRAS
Os Princípios da Transparência
na Cooperação para o Desenvolvimento

A transparência e a prestação de contas (accountability) entre todos os intervenientes, públicos ou privados, são fundamentais para uma Ajuda ao Desenvolvimento efectiva e para que seja verdadeiramente apropriada pelas instituições dos Países em Desenvolvimento. Uma maior transparência é igualmente importante para garantir que a sociedade civil se envolva no debate em torno das condições da Cooperação e do Desenvolvimento.

sexta-feira, 18 de março de 2011

Transparência e Exames Inter-Pares em análise
nos boletins “Melhor Cooperação, Melhor Desenvolvimento”

A questão da Transparência como caminho para a responsabilização e os Exames Inter-Pares do Comité de Ajuda ao Desenvolvimento da Organização da Cooperação e Desenvolvimento Económico (CAD/OCDE) são os temas em análise dos boletins de Janeiro e Fevereiro de 2011, distribuídos no âmbito do projecto “Portugal-África: Melhor Cooperação, Melhor Desenvolvimento”.

"A transparência como caminho para a responsabilização" é o título do texto elaborado por Marina Costa Lobo, investigadora do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa. O boletim da transparência inclui ainda uma entrevista de José Ribeiro e Castro, presidente da Comissão de Negócios Estrangeiros e Comunidades Portuguesas.

Já no boletim sobre os Exames Inter-Pares, a investigadora do Centro de Investigação e Estudos de Sociologia Raquel Freitas é a autora do texto principal. O presidente da Oikos, João José Fernandes, foi entrevistado sobre o papel e a participação da sociedade civil nos exames inter-pares realizados em Portugal.

Neste momento, os boletins estão em fase de distribuição a organizações, jornalistas, deputados e outros actores relacionados com a Cooperação para o Desenvolvimento. Em breve estarão disponíveis para consulta também neste espaço.

Caso esteja interessado em receber os boletins por correio, por favor, contacte-nos através de info@acep.pt.

quinta-feira, 10 de março de 2011

DFID ANALISA AJUDA MULTILATERAL

A Agência Britânica de Desenvolvimento Internacional (DFID, na sigla inglesa) publicou este mês o documento “Multilateral Aid Review – Ensuring maximum value for money for UK aid through multilateral organisations”, que analisa o desempenho das organizações multilaterais na canalização de Ajuda ao Desenvolvimento. O relatório abrange mais de 40 instituições, desde bancos para o Desenvolvimento a agências das Nações Unidas, passando por instituições financeiras e organizações humanitárias.

Trata-se de análise feita a partir da recolha de informação disponibilizada online pelas organizações multilaterais e pela Iniciativa Internacional de Transparência da Ajuda (IATI, na sigla inglesa), e ainda com base em documentos do Comité de Ajuda ao Desenvolvimento da Organização da Cooperação e Desenvolvimento Económico e do “Quality of Official Development Assistance”, realizado pelo Centro de Desenvolvimento Global.

No que diz respeito à transparência e accountability das organizações, o DFID aponta diversos exemplos de desempenho satisfatório, porém refere que as agências das Nações Unidas e organizações humanitárias são fracas neste aspecto. Relativamente à Comissão Europeia (CE), a nível geral, revela um bom desempenho, na medida em que existe uma política formal de divulgação de informação e um mecanismo de recurso para combater a recusa da partilha de informação. O DFID aponta também o facto da Comissão Europeia (CE) integrar a IATI como uma mais-valia para o cumprimento das normas de transparência. Porém, defende que actualmente a CE não publica toda a informação relevante sobre programas e projectos de forma proactiva.

Este documento de análise e promoção de maior transparência a nível multilateral surge numa altura em que o Governo britânico adopta a questão da transparência como central na sua agenda bilateral de canalização de Ajuda ao Desenvolvimento. Com este tipo de acções, o DFID pretende reclamar maior transparência no plano multilateral de Ajuda, relembrando que cerca de metade do seu programa de financiamento é canalizado para organizações multilaterais.

terça-feira, 1 de março de 2011

5.ª CONFERÊNCIA DA INICIATIVA DE TRANSPARÊNCIA
DAS INDÚSTRIAS EXTRACTIVAS

Nos próximos dias 2 e 3 deste mês, Paris acolhe a 5.ª Conferência da Iniciativa de Transparência das Indústrias Extractivas (EITI, na sigla inglesa), que conta com a participação de decisores políticos de diversos países, empresas e Organizações da Sociedade Civil. Este encontro surge dois anos depois da 4.ª Conferência em Doha que serviu para cimentar a actual estrutura organizacional. O encontro de amanhã e quinta-feira irá servir para reflectir o presente e futuro da Transparência da Indústria Extractiva em temas-chave como a regulação, a prestação de contas, a segurança, entre outros tópicos de análise.

Até ao momento, 33 países ricos em recursos naturais já aderiram à EITI, o que pressupõe um compromisso entre empresas e Governo em publicar o que pagam e recebem no âmbito das indústrias extractivas. Desta forma, os cidadãos dos países signatários podem conhecer quanto é que os seus Governos recebem pelos recursos naturais. Na página oficial da EITI, pode consultar a lista de países signatários, bem como das OSC e empresas que apoiam a iniciativa.

AVALIAÇÃO DA TRANSPARÊNCIA DA AJUDA 2010

A campanha internacional Publish What You Fund (PWYF) lançou recentemente o primeiro relatório de avaliação global da Transparência da Ajuda que analisou o desempenho dos 30 principais doadores, permitindo uma reflexão mais sistemática sobre o compromisso dos países e organizações doadores no que diz respeito à Transparência da Ajuda a diversos níveis.
A primeira grande constatação é a falta de dados disponíveis que sejam comparáveis a nível internacional, o que dificultou a tarefa de recolha e análise para a produção do documento. Os escassos indicadores que os examinadores conseguiram recolher fornecem uma visão geral dos actuais níveis de transparência das organizações e países doadores como demonstra o quadro 1. O doador com o nível de desempenho mais elevado é o Banco Mundial, com 85,4 por cento, o que representa mais do dobro do doador com o pior desempenho - Japão (41,9 por cento).

Quadro 1. Os vários níveis de Transparência da Ajuda dos principais doadores

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

DISCUSSÃO SOBRE NORMAS DA TRANSPARÊNCIA DA AJUDA FINALMENTE TERMINADA

O passado dia 9 de Fevereiro assinala um marco na regulação da Transparência da Ajuda a nível mundial. Após dois anos de negociações, as18 Instituições e Países Doadores signatários* da IATI – International Aid Transparency Initiative chegaram a acordo sobre um novo modelo global de publicação da informação da Ajuda ao Desenvolvimento. Através da adopção de uma norma internacional, a informação sobre a Ajuda ao Desenvolvimento será internacionalmente comparável.

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

SERRA LEOA ADERE À INICIATIVA INTERNACIONAL
DE TRANSPARÊNCIA DA AJUDA

A Serra Leoa é o 19.º País em Desenvolvimento a aderir à IATI - International Aid Transparency Initiative, o que significa que o país apoia os objectivos da iniciativa. Dos Países em Desenvolvimento, fazem ainda parte a Libéria, Bangladesh, Honduras, República do Congo, República Democrática do Congo, Gana, Ruanda, Indonésia, Nepal, Vietname, Papua Nova Guiné, Moldávia, Montenegro, Colômbia, Burkina Faso, Malawi, República Dominicana e Síria.

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

CARTA ABERTA APELA À PROTECÇÃO
DA TRANSPARÊNCIA NA UE

A ACEP é uma das organizações signatárias de uma Carta Aberta que será brevemente entregue aos membros do Parlamento Europeu, pedindo-lhes que ajam urgentemente de forma a proteger as regras de transparência no seio da União Europeia (UE). Esta proposta vem no seguimento de uma revisão do acesso a documentos que pode resultar numa restrição à liberdade de acesso à informação em toda a Europa.
Até ao momento, cerca de 180 organizações (89 organizações europeias e 42 organizações internacionais), jornalistas, académicos e activistas (56 pessoas a título individual) já assinaram a proposta de alteração à reformulação da Norma (EC) 1049/2001 que diz respeito ao acesso a documentação do Parlamento, Conselho e Comissão Europeus. Os signatários relembram que o acesso à informação é fundamental para a transparência, abertura e protecção dos direitos democráticos dos cidadãos europeus.

Para consultar a Carta Aberta, clique aqui.

terça-feira, 30 de novembro de 2010

DA TEORIA ÀS PRÁTICAS
a Iniciativa Internacional de Transparência da Ajuda

“O nosso objectivo é reunir os doadores, os países parceiros e a sociedade civil para melhorar a eficácia da ajuda, melhorando a transparência”, a frase omnipresente no site da Iniciativa Internacional para a Transparência da Ajuda (IATI, na sigla inglesa), resume a sua actuação. Criada no contexto do Fórum de Alto Nível de Acra, em 2008, a IATI tem por objectivo apoiar e monitorizar a implementação dos compromissos da Agenda de Acção de Acra de uma forma consistente e coerente. Desta forma, pretende tornar a informação sobre os gastos da Ajuda mais acessíveis, fáceis de utilizar e compreender.